sábado, 20 de agosto de 2011

Cine Lançamento

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Sobrenatural

Pacata família acaba de se mudar para uma grande casa recém-reformada. Lá estão Josh (Patrick Wilson), a esposa Renai (Rose Byrne) e os dois filhos pequenos, Dalton (Ty Simpkins) e Foster (Andrew Astor). Certa noite, o garoto mais novo, Dalton, entra em coma inexplicavelmente. Assombrações começam a atormentar o ambiente, colocando o casal e a outra criança em risco. De lá mudam-se para outra casa, afastada. Porém aqueles espíritos malignos continuam a atacar, de forma mais assustadora.

Mistura de “Poltergeist – O fenômeno” e “Evocando espíritos”, com aquele viés que conhecemos bem quando o assunto é casa mal-assombrada. Ou seja, outro bendito trabalho com a variante de filmes sobre espíritos maus.
A crítica, em especial a do Brasil, escreveu maravilhas sobre essa fita dirigida pelo malásio James Wan, do primeiro ‘Jogos mortais’ (e produtor executivo dos outros seis restantes), e produzida por Oren Peli, de “Atividade paranormal”. Duas figuras respeitadas no cinema de terror atual. Só que é ir longe demais apontar qualidades puramente autênticas de “Sobrenatural”. Até os fãs do gênero reclamaram esperando mais.
Falta clima de tensão. Não provoca arrepios como alguns disseram de boca cheia – concordo apenas naqueles breves flashes com aparições de vultos. As explicações sobre a perseguição dos espíritos, num desfecho com direção de arte brega, de mau gosto, empobrece o roteiro que já carregava marcas profundas de plot repetido. Tentei entrar na história, que começa bem, porém aos poucos o aborrecimento tomou conta da meu estado de espírito, literalmente falando e sem piadas a parte.
Será que sou injusto ou é mesmo uma decepção? Mantenho minha opinião afirmando inclusive que a expressão “Muito barulho por nada” cai certinha como uma luva em “Sobrenatural”. Por Felipe Brida

Sobrenatural
(Insidious). EUA, 2010, 103 min. Horror. Dirigido por James Wan. Distribuição: Playarte

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