terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Cine Lançamento


O voo das cegonhas – Parte 1

O jovem Jonathan (Harry Treadaway) e seu tutor Max (Danny Keogh) são dois ornitologistas (especialistas em aves), que viajam juntos para estudar a migração de cegonhas da Suíça para a África. Porém, nos primeiros dias de trabalho, Max é encontrado morto dentro de um ninho dessas aves. Abalado com o trágico fato, Jonathan tenta seguir o caminho, já que se encontra em um país diferente do seu. Aos poucos ele descobre pistas da morte do tutor, que poderá estar relacionada a uma rede de assassinatos que se alastra pela Europa e Oriente Médio.

Nova microssérie produzida na Europa (co-produção França e Alemanha), rodada em locações na Bulgária, África do Sul e Israel e que não foi exibida na TV Brasileira até agora, saindo direto em home vídeo pela Paramount. Contém uma trama inusitada de mistério que envolve estudo de aves e perigosos assassinos integrantes de uma rede de espionagem.
O autor do best seller que deu origem a este seriado, Jean Christopher Grangé, é o mesmo de “Rios vermelhos” e “O pacto dos lobos”, ou seja, conhecemos já sua linha policial investigativa com a utilização da violência, do aspecto psicológico dos personagens em intermitente saga pela vida e, claro, do tom nada convencional da ação paralela (em um dos capítulos para o cinema de “Rios vermelhos”, a dupla de policiais lideradas pelo ator Jean Reno assume um caso de seita demoníaca, por exemplo).
Nesta primeira parte de “O voo das cegonhas” (um pouco irregular, mas realçada com belas paisagens de cidades de praia e uma fotografia bem sólida), um jovem que estuda a migração de aves depara-se com a morte do mestre e, por estar a trabalho em um local desconhecido, segue a toada para terminar a labuta. Só que as cegonhas indicam um caminho sem volta para ele, que irá se deparar com um rastro de mortes horríveis em um jogo de gato e rato. Há muitas reviravoltas, por isto me atenho na escrita para não cometer desagrados ao leitor.
Está bem distante do impacto visual das duas partes de “Rios vermelhos”, mas causa certa curiosidade pelo tratamento diferenciado de um tema batido.
Ainda não assisti à segunda e última parte, que já está nas locadoras. Na próxima semana a coluna traz a resenha do desfecho da microssérie. Aguardem. Por Felipe Brida

O voo das cegonhas – Parte 1 (Flight of the storks). França/ Alemanha/ África do Sul, 2012, 95 min. Dirigido por Jan Kounen. Distribuição: Paramount

Resenha


Oblivion

No ano de 2077, após uma hecatombe nuclear, a superfície do planeta Terra permanece radioativa. Os poucos humanos sobreviventes vivem em plataformas no céu. Certo dia, o especialista em reparos de máquinas Jack (Tom Cruise) avista uma nave destruída no solo terrestre, com a presença de vida humana. O resgate desencadeará segredos terríveis para Jack, além de colocá-lo em combate com máquinas destruidoras.

Visão desoladora do fim do mundo, com revolta de máquinas em luta com o ser humano. Em questão técnica, o novo filme do criativo Joseph Kosinski, o mesmo do bacanérrimo “Tron: O legado” (2010), investe alto na direção de arte apocalíptica de um planeta Terra devastado, composto apenas por ruínas, sem vida humana, animal ou vegetal em evidência. Apenas um homem (Tom Cruise), acostumado ao ambiente por ter supervisionar constantemente o local, figura a exaustiva história que segue sempre num meio-termo, misturando ficção científica, ação e um romance torto. Tom Cruise lembra o robozinho “Wall-E”, que inspeciona o solo, recolhendo objetos significativos para ele, que o farão recordar seu misterioso passado – ele chega a jogar baseball sozinho em uma das raras cenas cômicas do filme.
Há muitos desdobramentos e revelações que exigem do público um olhar atento – da metade para o final aparecem novos personagens complexos e que não dão um desfecho lógico para as ações, interpretados por Morgan Freeman, Olga Kurylenko e Melissa Leo.
Sou fã de cinema de ficção científica, mas confesso que este exemplar não me segurou, cansei à beça, mesmo eu tendo me extasiado com seu visual impecável – Kosinski já demonstrou em “Tron” que é um autêntico arquiteto na construção de cenários vislumbrantes.
Um filme caro, de U$ 120 milhões, que não teve a bilheteria desejada (U$ 90 milhões), dando prejuízo aos produtores. Pena a distribuidora não ter colocado título em português. Por Felipe Brida


Oblivion (Idem). EUA, 2013, 124 min. Ação/Ficção científica. Dirigido por Joseph Kosinski. Distribuição: Universal

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Resenha Especial


Diaz: Política e violência

Em 22 de julho de 2001, no último dia do encontro do G8 em Gênova, mais de 200 mil manifestantes contra as decisões da cúpula internacional saem para protestar nas ruas. Parte deles aguarda a reunião dentro da Escola Diaz, pernoitando no local. Para conter a mobilização, 2700 policiais, movidos pela Segurança Pública, fecham várias trechos da cidade, e um grupo de 300 homens invade a escola, com armas e bombas, resultando em uma violenta página da História da Itália.

Reconstrução exata de tempo e espaço do trágico desfecho das manifestações contra o encontro do G8 em Gênova (realizado na cidade italiana entre os dias 19 e 22 de julho de 2001), onde ativistas foram cruelmente reprimidos pela polícia, numa explosão de violência descabida e contra qualquer traço de Direitos Humanos.
É um filme decisivo e direto sobre o fato nunca mais discutido na imprensa (já se passaram 12 anos do caso). Para entender a situação narrada, é necessário um conhecimento prévio do público sobre o contexto histórico. Rapidamente: o G8 reúne os oito países mais industrializados do mundo (EUA, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália, Canadá e Rússia), amplamente criticado por grupos antiglobalização, por defenderem políticas ecologicamente destrutivas, vindo a servir de referência para as outras nações após as cimeiras (reuniões anuais). Decididos a uma mobilização pelas ruas de Gênova, milhares de ativistas se juntam com faixas de duras críticas ao governo. Como nas últimas manifestações ocorridas no Brasil, no meio da multidão pacífica há a invasão de desordeiros para o quebra-quebra, que inevitavelmente ocorre. A força imediata de controle da ordem social, a polícia, aparece, orientada a ferro e fogo contra o público que está nas ruas. Inclusive atacam cruelmente um pequeno grupo pacifista isolado na Escola Diaz (foco do filme). Dá para dimensionarmos o caos, a repressão e o horror gerado (só reparar o subtítulo).
Com esta breve explicação assimilamos melhor o conteúdo desse novo trabalho do cinema italiano, indicado a prêmio no Festival de Berlim e vencedor de quatro no David Di Donatello (o Oscar daquele país). Há um clima de profunda consternação pelos atos desmedidos principalmente da polícia, que recebe ordens para um ataque sem precedência, como se estivesse em uma guerra mundial. Prolifera-se o ódio contra o outro e a violência sem barreiras, com direito a torturas (a maior parte dos oposicionistas nem armas tem, apenas movidos a ações de fuga quando ameaçados).
Uma pessoa morreu (o italiano Carlo Giuliani, de 23 anos, alvejado e atropelado pela polícia), e centenas ficaram feridas. Sete anos depois (em 2008), em um tribunal aberto para o caso, foram condenados 15 policiais e diretores de Segurança Pública por abuso de autoridade e tortura, com penas de até cinco anos de reclusão.
Dos produtores do soberbo “Gomorra” (o livro e o filme são excepcionais!), chega diretamente em home vídeo pela Universal este exemplar duro e realista de um momento trágico da História, que serve para refletirmos o encorajamento dos movimentos pacifistas, o cerceamento dos Direitos Humanos e a repressão nos tempos atuais.
Do diretor italiano Daniele Vicari, este é seu melhor trabalho até então – ele é da nova geração e dirigiu apenas seis filmes na década passada, pouco conhecidos. Por Felipe Brida

Diaz: Política e violência (Diaz/ Don’t clean up this blood). Itália/Romênia/França, 2012, 127 min. Drama. Dirigido por Daniele Vicari. Distribuição: Universal

sábado, 28 de dezembro de 2013

Morre a atriz brasileira Rejane Goulart aos 59



A atriz Rejane Goulart, ex-Miss Brasil 1972, faleceu ontem aos 59 anos, vítima de derrame cerebral.
Gaúcha de Caxias do Sul, nascida em 1954, Rejane também foi vice-Miss Universo e começou a carreira como atriz bem jovem, aos 17 anos.
No cinema fez apenas um filme, "O negrinho do pastoreio" (1973), mas teve participação importante em diversas novelas na Rede Globo, como "Ti ti ti" (1985), "Mandala" (1988), "Felicidade" (1991), "De corpo e alma" (1992), "A viagem" (1994), "Vira lata" (1996) e "Era uma vez" (1998). Seu último trabalho na TV foi em "Ribeirão do tempo" (2010).
Nos anos 70 também participou de aberturas de programas humorísticos, como "Planeta dos homens".

Desde o início do ano a atriz enfrentava problemas circulatórios e fazia tratamento para trombose nas pernas. Ela deixa dois filhos. Por Felipe Brida

sábado, 21 de dezembro de 2013

Nota de cinema


Lançamentos da semana em DVD e Blu-Ray


Turbo - Animação

Cine Holliúdy – Comédia brasileira

Aviões – Animação

O tempo e o vento – Drama brasileiro

Gente grande 2 - Comédia

A família – Comédia/Ação

Onde direction: This is us – Documentário musical

Meu passado me condena – Comédia brasileira

Ginger & Rosa – Drama inglês

Sejam muito bem-vindos – Drama francês

De coração aberto – Drama francês

Mazzaropi – Documentário brasileiro

Dose dupla – Ação


Círculo de fogo – Ação



sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Morre o diretor Haroldo Marinho Barbosa

 

Faleceu na tarde de ontem (e quase nenhum veículo de comunicação divulgou) o diretor e roteirista brasileiro Haroldo Marinho Barbosa, aos 69 anos. As causas não foram reveladas.
Indicado ao Kikito de Ouro por "Baixo gávea" (1986), Barbosa dirigiu e escreveu "Vida de artista" (1972), "Ovelha Negra - Uma despedida de solteiro" (1974) e "Engraçadinha" (1981), este seu filme de mais sucesso. Por Felipe Brida

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Nota de cinema


Lançamento do mês da Paramount Pictures

Nova "Coleção Jack Ryan" (tanto em DVD quanto em Blu-ray)

4 discos contendo os filmes com intrínsecas tramas de espionagem vividas pelo famoso personagem de Tom Clancy.
São eles: "Caçada ao Outubro Vermelho" (1990), "Jogos patrióticos" (1992), "Perigo real e imediato" (1994) e "A soma de todos os medos" (2002).

Jack Ryan já foi interpretado no cinema por Alec Baldwin, Harrison Ford e Ben Affleck.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Morre a lendária atriz Joan Fontaine


Lendária atriz de Hollywood, nascida em Tóquio (Japão), Joan Fontaine faleceu ontem aos 96 anos, na Califórnia. Vencedora do Oscar de melhor atriz por "Suspeita" (1941), suspense dirigido por Alfred Hitchcock, recebeu outras duas indicações na mesma categoria - por "Rebecca - A mulher inesquecível" (1940), novamente dirigida por Hitchcock, e "De amor também se morre" (1943).
Atuou em cerca de 50 produções do cinema, como "Gunga Din" (1939), "Jane Eyre" (1943), "Carta de uma desconhecida" (1948), "Ivanhoé - O vingador do rei" (1952), "Suplício de uma alma" (1956), "Viagem ao fundo do mar" (1961) e "Suave é a noite" (1962).
De família tradicional no cinema - era irmã mais nova da atriz duas vezes vencedora do Oscar Olivia De Havilland e filha da atriz Lilian Fontaine, Joan foi casada quatro vezes e deixa um filho.Dentre as homenagens em vida, ganhou uma estrela na Calçada da Fama em 1960. Por Felipe Brida

domingo, 15 de dezembro de 2013

Morre o ator americano Tom Laughlin



Outro ator que se despede do palco da vida: Tom Laughlin, aos 82 anos.
Nascido em Milwaukee, em 10 de agosto de 1931, trabalhou com grandes diretores do cinema, como Vincente Minnelli, em "Chá e simpatia" (1956), Robert Altman, em "Os delinquentes" (1957), William A. Wellman, em "Lutando só pela glória" (1958), Joshua Logan, em "Ao sul do Pacífico" (1958) e em "Até os fortes vacilam" (1960), Paul Wendkos, em "Maldosamente ingênua" ('Gidget', de 1959), Charles Jarrott, em "O pequeno ladrão de cavalos" (1976) e Michael Winner, em "A arte de matar" (1978).Ficou conhecido pela cinessérie de ação "Billy Jack" (iniciada em 1967 e encerrada em 1977, totalizando cinco filmes), na qual atuou, produziu, dirigiu e escreveu os roteiros. Por Felipe Brida

Morre o ator Peter O'Toole, aos 81 anos


Oito vezes indicado ao Oscar, o ator Peter O'Toole, de "Lawrence da Arábia", faleceu hoje um dia após completar 81 anos. Ele estava internado em um hospital em Londres. As causas da morte não foram reveladas.
Irlandês nascido em Connemara, em 14 de dezembro de 1932, O'Toole era uma das lendas vivas do cinema, ainda na ativa. Atuou em 90 filmes ingleses e norte-americanos nas seis décadas de uma carreira intensa, dentre eles oito produções pelas quais recebeu indicação ao Oscar na categoria de melhor ator: Lawrence de Arabia (1963), Becket - O favorito do rei (1965), O leão no inverno (1968), Adeus, Mr. Chips (1969), A classe governante (1972), O substituto (1980), Um cara muito baratinado (1982) e Vênus (2006).
Em 2003 recebeu prêmio honorário pela carreira durante a cerimônia do Oscar.
Outros filmes importantes como ator: O dia em que roubaram o banco da Inglaterra (1960),  Lord Jim (1965), Que é que há, gatinha? (1965), Como roubar um milhão de dólares (1966), A Bíblia (1966), A noite dos generais (1967), Seu último combate (1971), O homem de La Mancha (1972), Calígula (1979), O último imperador (1987), Rei por acaso (1991), Tróia (2004) e Stardust: O mistério da estrela (2007).
Estava trabalhando em três produções, previstas para 2014.
Além do Oscar, Peter O'Toole recebeu 11 indicações ao Globo de Ouro e 4 ao Bafta.
Foi casado com a premiada atriz Siân Phillips, de 1959 a 1979, com quem teve dois filhos. Por Felipe Brida


sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Morre o diretor e produtor Glauco Mirko Laurelli



Faleceu anteontem em São Paulo o diretor, produtor, roteirista e montador Glauco Mirko Laurelli, aos 83 anos, um dos mestres do cinema brasileiro.Tive a oportunidade de conhecer Glauco em São Paulo, em eventos de cinema, uma pessoa bondosa e de caráter inquestionável.
Produziu três filmes do falecido Person (O caso dos irmãos Naves, Panca de valente e Cassy Jones - O magnífico sedutor) e dirigiu quatro comédias protagonizadas por Mazzaropi (O vendedor de linguiças, Casinha pequenina, O lamparina e Meu Japão brasileiro), além da adaptação para as telas de 'A moreninha', famoso romance de Joaquim Manoel de Macedo.
Como montador/editor, entre 1954 e 1978, fez mais de 30 trabalhos no cinema, dentre eles diversos filmes de Mazzaropi, além de "São Paulo Sociedade Anônima", "Anuska - Manequim e mulher" e "Doramundo".
Siga em paz!

Quem quiser conhecer a obra e a vida de Glauco, leiam sua biografia, pela Coleção Aplauso, "Um artesão do cinema" (escrita por Mariângela de Jesus).

Por Felipe Brida

Cine Lançamento



ID:A – Identidade anônima

A jovem Aliena (Tuva Novotny) acorda abandonada às margens de um rio na França, sem memória ou algum rastro de sua própria identidade. Carrega consigo apenas uma bolsa com dois milhões de euros. Na procura de refúgio, faz contato com moradores de uma cidadezinha próxima, até perceber que está sendo perseguida por um grupo formado por agentes misteriosos. Quem é Aliena? Qual segredo ela esconde?

Esta fita comercial dinamarquesa, que mistura ação e drama, saiu direto em home vídeo no Brasil (pela Paramount) e pouca gente viu. Com certo grau de talento e inovação na parte técnica, em especial na edição, resulta confusa, devido aos mínimos detalhes da trama capciosa, com surpresas incontornáveis e ritmo intenso. A personagem central, uma anti-heroína, é uma mulher sem memória, que acorda em um rio (Ops, olha a cópia descarada de “A identidade Bourne” aí!) e foge para a cidade em busca de sua identidade (ela sofreu um colapso de memória, não tem amigos e é perseguida por pessoas estranhas, que aos poucos se revelam integrantes de uma rede criminosa especializada em complô político). Basicamente a história permanece numa linha reta, de busca do próprio interior e do desvendamento do passado (que sempre é trágico em filmes desse gênero), com as tradicionais pistas sendo encaixadas no quebra-cabeça.
Naquela toada de seriados policiais e de investigação, tem narrativa fria, sem emoção, distanciada, no estilo de filmes dinamarqueses (hoje, um cinema em voga devido aos diretores talentosos).
“ID:A” tanto significa a sigla do título “Identidade) Anônima” como também um trocadilho para um dos nomes adotados pela protagonista (Ida). Quem dirige é o ator, produtor e roteirista dinamarquês da nova geração Christian E. Christiansen, em seu trabalho mais curioso e ágil. Vale uma conferida básica. Por Felipe Brida


ID:A – Identidade anônima (ID:A). Dinamarca, 2011, 100 min. Ação. Dirigido por Christian E. Christiansen. Distribuição: Paramount

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Nota de cinema


Globo de Ouro é anunciado; "Trapaça" e "12 years a slave" lideram com sete indicações


Os indicados ao Globo de Ouro 2014 acabam de ser anunciados. Os filmes “Trapaça” e “12 years a slave” lideram a lista, com sete indicações cada um, seguido de “Nebraska”, com cinco.
O prêmio, também um termômetro para o Oscar, será entregue em 12 de janeiro, com transmissão ao vivo no Brasil pelo canal TNT. Por Felipe Brida

Confira a lista dos indicados:

Melhor filme – Drama

"12 Years a Slave"
"Capitão Phillips"
"Gravidade"
"Philomena"
"Rush: No Limite da Emoção"

Melhor filme – Comédia ou musical

"Trapaça"
"Ela"
"Inside Llewyn Davis – Balada de um Homem Comum"
"Nebraska"
"O Lobo de Wall Street"

Melhor atriz – Drama

Cate Blanchett, de "Blue Jasmine"
Sandra Bullock, de "Gravidade"
Judy Dench, de "Philomena"
Emma Thompson, de "Walt nos Bastidores de Mary Poppins"
Kate Winslet, de "Refém da Paixão"

Melhor atriz – Comédia/Musical

Amy Adams, de Trapaça
Greta Gerwig, de Frances Ha
Julia Louis-Dreyfus, de À Procura do Amor
Julie Delpy, de Antes da Meia-Noite
Meryl Streep, de Álbum de Família

Melhor ator – Drama

Chiwetel Ejiofor, de "12 Years a Slave"
Idris elba, de "Mandela"
Tom Hanks, de "Capitão Phillips"
Matthew McConaughey, de "Dallas Buyers Club"
Robert Redford, de "All is Lost"

Melhor ator – Comédia/Musical

Bruce Dern, de Nebraska
Christian Bale, de Trapaça
Joaquin Phoenix, de Ela
Leonardo DiCaprio, de O Lobo de Wall Street
Oscar Isaac, de Inside Llewyn Davis – Balada de Um Homem Comum

Melhor ator coadjuvante

Barkhad Abdi, de Capitão Phillips
Daniel Brühl, de Rush – No Limite da Emoção
Bradley Cooper, de Trapaça
Michael Fassbender, de 12 Years a Slave
Jared Leto, de Dallas Buyers Club

Melhor atriz coadjuvante

Jennifer Lawrence, de Trapaça
Julia Roberts, de Álbum de Família
June Squibb, de Nebraska
Lupita Nyong’o, de 12 Years a Slave
Sally Hawkins, de Blue Jasmine

Melhor diretor

Alfonso Cuarón, de Gravidade
Alexander Payne, de Nebraska
David O. Russel, de Trapaça
Paul Greengrass, de Capitão Phillips
Steve McQueen, de 12 Years a Slave

Melhor roteiro

"Ela"
"Nebraska"
"Philomena"
"12 Years a Slave"
"Trapaça"

Melhor filme estrangeiro

“Azul é a cor mais quente” (França)
“A grande beleza” (Itália)
“A caça” (Dinamarca)
“O passado” (Irã)
“Vidas ao vento” (Japão)

Melhor canção original
Atlas – de “Jogos vorazes: Em chamas”
Let it Go – de “Frozen”
Ordinary Love – de “Mandela: Long Walk to Freedom”
Please Mr Kennedy – de “Inside Llewyn Davis – Balada de um Homem Comum”
Sweeter Than Fiction – de “One Chance”

Melhor trilha original

All Is Lost
Mandela: Long Walk to Freedom
Gravidade
A Menina que Roubava Livros
12 Years a Slave

Melhor animação
Os Croods
Frozen: Uma aventura congelante
Meu malvado favorito 2


Melhor série de TV – Drama

"Breaking Bad"
"Downton Abbey"
"The Good Wife"
"House of Cards"
"Masters of Sex"

Melhor minissérie ou filme para TV

American Horror Story: Coven
Behind the Candelabra
Dancing on the Edge
Top of the Lake

White Queen

Nota de cinema


Sindicato de Atores anuncia indicados ao SAG 2014



O Sindicato de Atores dos Estados Unidos (Screen Actors Guild) anunciou ontem os indicados ao prêmio SAG 2014, um dos termômetros para o Oscar. Os vencedores serão premiados no dia 18 de janeiro, em Los Angeles (com transmissão no Brasil pelo canal TNT).
O drama “12 years a slave” lidera a lista com quarto indicações, seguido de “O mordomo da Casa Branca”, “Álbum de família” e “Dallas Buyers Club”, com três cada um. O ator James Gandolfini, falecido em junho passado, concorre postumamente na categoria ator coadjuvante por "À procura do amor".
Confira abaixo a lista completa dos indicados:

Categoria “Cinema”

Melhor ator de cinema

Bruce Dern, de "Nebraska"
Chiwetel Ejiofor, de "12 years a slave"
Tom Hanks, de "Capitão Phillips"
Matthew McConaughey, de "Dallas Buyers Club"
Forest Whitaker, de "O mordomo da Casa Branca"

Melhor atriz de cinema

Cate Blanchett, de "Blue Jasmine"
Sandra Bullock, de "Gravidade"
Judi Dench, de "Philomena"
Meryl Streep, de " Álbum de família"
Emma Thompson, de "Walt nos Bastidores de Mary Poppins"

Melhor ator coadjuvante de cinema

Barkhad Abdi, de "Capitão Phillips"
Daniel Brühl, de "Rush: No Limite da Emoção"
Michael Fassbender, de "12 years a slave"
James Gandolfini, de "À procura do amor"
Jared Leto, de "Dallas Buyers Club"

Melhor atriz coadjuvante de cinema

Jennifer Lawrence, de "Trapaça"
Lupita Nyong'o, de "12 years a slave"
Julia Roberts, de "Álbum de família"
June Squibb, de "Nebraska"
Oprah Winfrey, de "O mordomo da Casa Branca"

Melhor elenco de filme

"12 years a slave"
"Trapaça"
" Álbum de família "
"Dallas Buyers Club"
"O mordomo da Casa Branca"

Melhor time de dublê

All is Lost
Velozes e furiosos 6
Lone Survivor
Rush: No Limite da Emoção
Wolverine: Imortal


Categoria “TV”

Melhor elenco de série cômica de TV

"30 rock"
"Arrested development"
"The big bang theory"
"Modern Family"
"Veep"

Melhor elenco de série dramática de TV

"Boardwalk empire"
"Breaking bad"
"Downton Abbey"
"Game of thrones"
"Homeland"

Melhor ator de série cômica de TV

Alec Baldwin, de "30 rock"
Ty Burrell, de "Modern family"
Jason Bateman, de "Arrested development"
Don Cheadle, de "House of lies"
Jim Parsons, de "The big bang theory"

Melhor atriz de série cômica de TV

Mayim Bialik, de "The big bang theory"
Julie Bowen, de "Modern family"
Edie Falco, de "Nurse Jackie"
Tina Fey, de "30 rock"
Julia Louis-Dreyfus, de "Veep"

Melhor ator em série de drama

Steve Buscemi - "Boardwalk empire"
Bryan Cranston - "Breaking bad"
Jeff Daniels - "The Newsroom"
Peter Dinklage - "Game of Thrones"
Kevin Spacey - "House of cards"

Melhor atriz em série de drama

Claire Danes - "Homeland"
Anna Gunn - "Breaking bad"
Jessica Lange - "American horror story: Coven"
Maggie Smith - "Downton Abbey"
Kerry Washington - "Scandal"

Melhor ator de telefilme/minissérie

Matt Damon - "Behind the Candelabra"
Michael Douglas - "Behind the Candelabra"
Jeremy Irons - "The Hollow Crown"
Rob Lowe - "Killing Kennedy"
Al Pacino - "Phil Spector"

Melhor atriz de telefilme/minissérie

Angela Bassett - "Betty & Coretta"
Helena Bonham Carter - "Burton and Taylor"
Holly Hunter - "Top of the Lake"
Helen Mirren - "Phil Spector"
Elisabeth Moss - "Top of the Lake"

Melhor time de dublê

Boardwalk Empire
Breaking Bad
Game of Thrones
Homeland
The Walking Dead

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Morre a atriz Eleanor Parker, três vezes indicada ao Oscar

 
Morreu ontem, aos 91 anos, Eleanor Parker, dos poucas lendas vivas do cinema americano (em Palm Springs/Califórnia).
Três vezes indicada ao Oscar como melhor atriz (principal) - por "À margem da vida" (1950), "Chaga de fogo" (1951) e "Melodia interrompida" (1955), a atriz nasceu em Ohio em 26 de junho de 1922. Foi casada com o falecido produtor de cinema Bert E. Friedlob, com quem teve três filhos.
Entre as décadas de 40 e 80, Eleanor atuou em aproximadamente 65 filmes, como "Scaramouche" (1952), "A selva nua" (1954), "O homem do braço de ouro" (1955), "A noviça rebelde" (1965) e "A morte ronda a pantera" (1979). Por Felipe Brida

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Nota de cinema


Lançamentos do mês de dezembro em DVD e Blu-ray

“O ataque” – Ação

“Se puder... dirija!” – Comédia nacional

“Os Smurfs 2” – Animação

“Aviões” – Animação

“Tese sobre um homicídio” – Suspense/Drama

“Lovelace” – Drama

“Red 2 – Aposentados e ainda mais perigosos” – Ação

“Renoir” – Drama

“Conexão perigosa” – Ação

“Wolverine: Imortal” – Ação

“Sangue no gelo” – Suspense


“Bates Motel” – Minissérie (Suspense) 

“Dexter – 7ª temporada” – Minissérie (Suspense/Policial)

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Cine Lançamento


Sombras do além

Jeff (Cary Elwes) sobrevive a um grave acidente de carro que vitimou fatalmente sua esposa e o filho na Tailândia. Ele agora está em coma, e seu estado de saúde é delicado. Dias depois, Jeff desperta e descobre que pode ver espíritos de pessoas que morreram em tragédias. Para livrar-se das visões perturbadoras, recorre a um guia espiritual, Warren (William Hurt), no meio de uma floresta, que o leva ao “mundo das sombras”, local onde poderá libertar aquelas almas aprisionadas na terra e assim encontrar a paz.

Um filme de difícil classificação, que ficou na gaveta por dois anos (rodado em 2011) e só agora chega ao Brasil direto em home vídeo. É drama espiritualista misturado com horror (há cenas assustadoras de fantasmas maus), ficção científica (sobre portais para outros mundos) e aventura (a jornada do protagonista em meio à selva). Por isto soa irregular, mas que nunca perde o interesse, já que o assunto nunca sai de moda (há hoje uma avalanche de fitas espiritualistas que arrebanham uma boa parcela da população, inclusive no Brasil existe uma produção consolidada nesse tema).
O pouco lembrado Cary Elwes interpreta um homem que sai do coma após perder a esposa e o filho pequeno em um acidente automobilístico na exótica Tailândia, durante as férias. Só que vê fantasmas de pessoas que foram assassinadas brutalmente ou que morreram em tragédias semelhantes à da família. Descobre um consultor em assuntos espirituais isolado em uma selva perigosa (William Hurt, com participação bem pequena, a partir da metade do filme) e segue viagem para lá para uma orientação a fim de se livrar dos espíritos malignos.
É perceptível uma produção fraca de recursos técnicos, sem apuro no visual e nos efeitos, com cortes de cena que lembram telefilme - digamos, em termo popular, “mal feito”. Assistível... Relembro os leitores, o atrativo é a curiosa história, de apelo religioso e místico. Vale uma modesta conferida. Já em DVD e Blu-ray. Por Felipe Brida


Sombras do além (Hellgate/ Shadows). EUA/Tailândia, 2011, 91 minutos. Suspense/Aventura. Dirigido por John Penney. Distribuição: Paramount