quinta-feira, 24 de março de 2011

Morre a lendária estrela do cinema Elizabeth Taylor

.
Um dos grandes nomes do cinema de todos os tempos, a atriz Elizabeth Taylor morreu ontem aos 79 anos. Ela estava internada há quase um mês em um hospital de Los Angeles, em decorrência de graves problemas cardíacos.
Ganhou dois prêmios Oscar como melhor atriz, por “Disque Butterfield 8” (1960) e “Quem tem medo de Virginia Woolf” (1967), e foi indicada ainda em três outros filmes, em anos seguidos – “A árvore da vida” (1957), “Gata em teto de zinco quente” (1958) e “De repente, no último verão” (1959). Ao longo da carreira, acumulou diversos prêmios importantes de cinema, como Globo de Ouro, Bafta, David di Donatello, Urso de Prata (Festival de Berlin) e Screen Actors Guild.
Nascida em 27 de fevereiro de 1932 em Hampstead, Londres, era filha de norte-americanos; a mãe, uma atriz de teatro, e o pai, um negociador de quadros. Quando do estouro da Segunda Guerra Mundial, Elizaebth, então com sete anos, fugiu da Inglaterra com a mãe e os irmãos rumo aos EUA.
Devido à beleza estonteante (Liz era conhecida pelos ‘olhos violetas’), recebeu convites para testes de cinema, chamando a atenção de executivos da Universal Pictures. Assim, conseguiu o primeiro papel num filme (em “There's One Born Every Minute”, de 1942). No ano seguinte fechou contrato com a MGM, iniciando uma vasta carreira que duraria exatos seis décadas.
Imortalizada em clássicos como “Um lugar ao sol” (1951), “Assim caminha a humanidade” (1956), “Cleópatra” (1963) e “A megera domada” (1967), sempre esteve na lista das 20 atrizes mais famosas e mais belas de todos os tempos.
No cinema atuou em aproximadamente 70 produções, como “Lassie – A força do coração” (1943) e a continuação, “A coragem de Lassie” (1946), “Jane Eyre” (1943), “A mocidade é assim mesmo” (1944), “Nossa vida com papai” (1947), “Quatro destinos” (1949), “Traidor” (1949), “O pai da noiva” (1950) e a sequência, “O netinho do papai” (1951), “Quo Vadis” (1951 – não creditada), “Ivanhoé – O vingador do rei” (1952), “Rapsódia” (1954), “No caminho dos elefantes” (1954), “A última vez que vi Paris” (1954), “Gente muito importante” (1963), “Adeus às ilusões” (1965), “O pecado de todos nós” (1967), “Os farsantes” (1967) “Jogo de paixões” (1970), “X, Y e Z” (1972), “Unidos pelo mal” (1972), “O ocaso de uma vida” (1974), “O pássaro azul” (1976), “Morte no inverno” (1979), “A maldição do espelho” (1980), “Poker Alice” (1987 – telefilme), “Doce pássaro da juventude” (1989 – telefilme) e “Os Flintstones – O filme” (1994). Recentemente apareceu como ponta em seriados.
Casou-se oito vezes, duas com o notório ator Richard Burton, cuja relação foi tumultuada (de 1964 a 1974, depois de 1975 a 1976), e uma com o também ator Eddie Fisher, entre 1959 e 1964. A atriz deixa quatro filhos. Por Felipe Brida

2 comentários:

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Fiquei emocionado com a partida de Liz. É a atriz favorita de minha mãe.
Abraços,

www.ofalcaomaltes.blogspot.com

Morgana Deccache disse...

Ela é aquele tipo de pessoa,atriz,um ícone sagrado que parece eterno,e quando parte,ficamos com aquele sentimento de vazio e emoção.Poxa, é doloroso ver que os grandes das telonas estão indo para outro palco superior...Eterna Mis Taylor...
Abarços