* * Publicado em 15/11/2017
sexta-feira, 9 de julho de 2021
Resenha Especial
* * Publicado em 15/11/2017
Dica de Cinema
Lançamentos em DVD da Classicline (pela primeira vez em mídia física no Brasil):
- A hora final (drama scifi, de 1959, dirigido por Stanley Kramer - com Gregory Peck e Ava Gardner)
- Aconteceu num apartamento (comédia/suspense, de 1962, dirigido por Richard Quine, com Jack Lemmon e Kim Novak)
- As sete faces do Dr. Lao (fantasia/comédia, de 1964, dirigido por George Pal, com Tony Randall e Barbara Eden)
- A colina dos homens perdidos (drama de guerra, de 1965, dirigido por Sidney Lumet, com Sean Connery e Harry Andrews)
- A travessia de Cassandra (ação/suspense, de 1976, dirigido por George Pan Cosmatos, com Sophia Loren e Martin Sheen)
Todos já disponíveis no mercado. Obrigado, pessoal da Classicline, pelo envio dos filmes.
quarta-feira, 7 de julho de 2021
Dica de Leitura
"Lá fora, no jardim, era a hora do recreio. Nus, sob o suave calor do sol de junho, seiscentos ou setecentos meninos e meninas corriam sobre a grama, soltando gritos agudos, ou jogavam bola, ou se acocoravam silenciosamente em grupos de dois ou três entre os arbustos em flor. As rosas desabrochavam, dois rouxinóis cantavam seu solilóquio nas ramagens, um cuco emitia gritos dissonantes entre as tílias".
Trecho do controverso romance futurista "Admirável mundo novo" (1932), um clássico da literatura contemporânea, escrito pelo inglês Aldous Huxley. O livro acaba de ser relançado no Brasil pela editora Biblioteca Azul, selo da editora Globo (2021, 308 páginas, tradução de Vidal de Oliveira).
Num futuro distante, o planeta Terra está dividido em regiões administrativas, e a população é formada por castas sociais. Os dois bilhões de habitantes foram manipulados por engenharia genética para que fosse possível viver em plena harmonia. São controlados por um regime totalitário, e nesse sistema o amor é proibido enquanto o sexo é estimulado.
O perturbador romance tece críticas ferozes aos regimes totalitários, à cultura de massa e ao "american way of life", e trata de temas fundamentais para a discussão atual, como mundialismo, reengenharia, controle genético e adestramento comportamental.
O livro ganhou adaptações para a TV: virou um telefilme de 1980, com Bud Cort, e outro telefilme em 1998, com Peter Gallagher, e recentemente a minissérie homônima produzida pela Peacock/NBCUniversal, de 2020, com Alden Ehrenreich. Leia e assista às versões!
terça-feira, 6 de julho de 2021
Cine Cult
Crash: Estranhos prazeres
Na época de seu lançamento, em 1996, o filme foi censurado em alguns países, e em outros passou com um corte final de 10 minutos a menos, devido às cenas de sexo e estranhezas do roteiro maldito de David Cronenberg (que era uma adaptação do livro do escritor de “Império do sol”, J. G. Ballard, um dos fundadores da ‘New Wave’ da scifi britânica). Agora a Versátil acaba de lançar essa indigesta e explosiva história de sexo e fetiches incomuns numa edição caprichada de colecionador, em bluray – é a inédita cópia restaurada, na versão integral de 100 minutos, ou seja, com aqueles 10 minutos cortados. Além do filme em BD, vem um disco extra em DVD com mais de quatro horas de documentários e especiais, incluindo três curtas-metragens de Cronenberg, fora os cards, pôster e livreto.
A produção independente de Cronenberg fracassou nos cinemas virando da noite para o dia um autêntico cult, original, polêmico e, por si só, proibido.
Não há como negar a originalidade da ideia (difícil até de classificar o gênero, diria que é um drama com suspense), porém, cuidado, pois para muitos poderá ser uma experiência pesada e desesperadora (na época, nos cinemas, muita gente se sentiu mal e achou aquilo tudo uma afronta). Exibido em Cannes, ganhou prêmio especial do Júri, indicado ainda à Palma de Ouro.
Crash: Estranhos prazeres (Crash). Reino Unido/Canadá, 1996, 100 minutos. Drama/Suspense. Colorido. Dirigido por David Cronenberg. Distribuição: Versátil
segunda-feira, 5 de julho de 2021
Resenha Especial
Publicado em 10/06/2013
Cine Cult
Deixa ela entrar
sábado, 3 de julho de 2021
Dica de Leitura
"Odessa passou a viagem de metrô atordoada. Quando saiu rumo às ruas de Kew Gardens, exibia uma nova postura. Retornou à agência do FBI, entrou no prédio com um sorriso contido, confiante, e se dirigiu à sala vazia de Earl Solomon. Antes, pegou emprestado um notebook que ninguém estava usando e que ela vira no dia anterior na sala de fotocópias. Fechou a porta do escritório, sentou-se na poltrona que havia muito não era utilizada e abriu o computador sobre a mesa do agente Solomon".
Especial de Cinema
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