quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Cine Clássico


No mundo dos monstros pré-históricos

Na Antártica, quatro pessoas caem numa cratera e vão parar em um mundo pré-histórico, dominado por perigosos dinossauros.

É uma daquelas fitas saudosistas de monstros e dinossauros clássicos realizada nos anos 50, com efeitos especiais chamativos para a época, mas que hoje soam cafonas e ultrapassados. Totalmente rodado em estúdios, com criaturas recriadas a partir de bonecos mecânicos e de pessoas vestindo fantasias. Originalmente produzido pela Universal, saiu há pouco tempo no box “Invasão Sci-fi: Dinossauros”, com outros três filmes da mesma linha: as duas versões de “O mundo perdido” (1925 e 1960) e “O despertar do mundo” (1940).
Vemos aqui um grupo de três homens e uma mulher cair numa cratera profunda na Antártica, que os leva a um mundo paralelo, como se voltassem ao tempo. O local é uma extensa floresta tomada por dinossauros voadores, outros terrestres, que passam a caçar os humanos. O quarteto tem de se proteger e encontrar a saída daquele mundo misterioso.


Em preto-e-branco, o filme tem direção de Virgil Vogel, que foi montador de cinema na década de 50 (editou, por exemplo, o clássico “A marca da maldade”), e posteriormente virou diretor de cinema e de séries televisivas, trabalhando até sua morte, em 1996. “No mundo dos monstros pré-históricos” é seu longa de cinema mais conhecido, bem popular entre os americanos e muito exibido na TV nos Estados Unidos. É um passatempo bacana para quem procura se divertir, para fugir de filmes que exigem demais nossa atenção.


No mundo dos monstros pré-históricos
(The land unknown). EUA, 1957, 78 minutos. Ação/Ficção científica. Preto-e-branco. Dirigido por Virgil Vogel. Distribuição: Obras-primas do Cinema

Nenhum comentário: