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sexta-feira, 3 de abril de 2026
Resenhas especiais
Coleção “Terror no pântano”
O diretor não utilizou computação gráfica,
e tudo é com bonecos, próteses, sangue falso – ele se se inspirou também em clássicos
como “Tubarão” e “Halloween – A noite do terror”. Não há epílogo em nenhum dos
filmes, que termina com corte abrupto – ao assistir aos três primeiros em
sequência, perceberão que a trama é uma só, desenvolvendo-se em questão de
poucas horas uma da outra. Filmada na região de Louisiana antes do furacão
Katrina, os pântanos reais são atmosfera claustrofóbica perfeita para o tipo de
filme, e o ritmo acelerado das mortes reforçam o caráter de “parque de
diversões sangrento” que o diretor almejava. O elenco conta com Joel David
Moore (de “Avatar”), Parry Shen (que aparece nos outros três filmes da série,
em papéis diferentes) e Kane Hodder (que é o Victor Crowley em toda a
quadrilogia, famoso por interpretar Jason nos últimos títulos da franquia
original de “Sexta-feira 13”, entre o fim dos anos 80 e início dos 90). Há
rápidas participações de atores que interpretaram monstros consagrados do
cinema, como Robert Englund (o Freddy Krueger de “A hora do pesadelo”) e Tony
Todd (o vilão de “O mistério de Candyman”), além de Joshua Leonard
(protagonista de “A bruxa de Blair”) e do veterano ator que coadjuvou
importantes filmes policiais do cinema Richard Riehle. Meio que uma paródia que
homenageia o cinema slasher, conta com humor macabro e cenas fortes de
violência – por isso, prepare-se. Em boa cópia em DVD pela Obras-primas do Cinema,
o filme é apresentado na versão do diretor, de 84 minutos.
Terror
no pântano (Hatchet).
EUA, 2006, 84 minutos. Terror/Comédia. Colorido. Dirigido por Adam Green.
Distribuição: Obras-primas do Cinema
Terror
no pântano 2
Única sobrevivente
da chacina ocorrida nos pântanos da Louisiana pelo perverso assassino Victor
Crowley, Marybeth (Danielle Harris) escapa do lugar e pede ajuda a caçadores
para se vingar da morte dos amigos e familiares que estavam na viagem de barco naquele
território.
O
diretor Adam Green retorna com mais violência gráfica e um tom deliberadamente
exagerado nesta sequência de “Terror no pântano”, feita quatro anos antes, que continua
exatamente na noite em que a matança de Victor Crowley ocorreu. A única sobrevivente
da chacina se junta a um grupo de caçadores do mato para se vingar do assassino
desfigurado. Mortes violentas, sangue pesado e perseguições tornam o filme um
prato cheio para quem curte slasher movie. Com baixíssimo orçamento (assim como
os outros da cinessérie), o filme conta com uma história horripilante, de
pesadelo interminável, que traz elementos também do humor macabro.
A novidade é
que se recria a mitologia do monstro, revelando detalhes sobre sua origem
trágica e reforçando sua condição de assassino imortal, condenado a repetir sua
fúria. As referências a “Sexta-feira 13” são mais evidentes, bem como a “Halloween”
e outros slashers. O elenco inclui o retorno de Tony Todd e Kane Hodder (como
Crowley), Parry Shen em novo papel, participação da esposa do diretor, Rileah
Vanderbilt, e aparição rápida do diretor e roteirista Tom Holland (dos cultuados
“A hora do espanto” e “Brinquedo assassino”). E optaram em trocar as atrizes
que interpretam a personagem Marybeth, antes feita por Tamara Feldman e agora
com Danielle Harris (conhecida pelo papel da menina Jamie Lloyd, perseguida por
Michael Myers em “Halloween 4 e 5”).
Terror
no pântano 2 (Hatchet
II). EUA, 2010, 85 minutos. Terror/Comédia. Colorido. Dirigido por Adam Green.
Distribuição: Obras-primas do Cinema
Terror
no pântano 3
Uma
equipe policial é chamada para rastrear uma carnificina nos pântanos da Louisiana,
enquanto Marybeth (Danielle Harris), sobrevivente dos crimes de Victor Crowley,
volta a ser perseguida pelo monstro assassino.
O
terceiro capítulo da franquia de terror independente “Terror no pântano” mantém
o tom de continuidade direta, começando exatamente após os eventos sangrentos
do segundo longa-metragem. Marybeth, interpretada de novo por Danielle Harris, busca
uma forma de acabar com a maldição de Victor Crowley (já que ele não morre nunca),
enquanto policiais e militares invadem o pântano em uma tentativa desesperada
de eliminar o monstro. Crowley reaparece ainda mais voraz por sangue, desmembrando
e trucidando quem aparecer na frente – é um dos mais violentos da cinessérie,
com mortes escabrosas. Neste capítulo que expande o universo da franquia sem deixar
de homenagear o cinema slasher, as influências vão além de “Sexta-feira 13”, chegando
perto de “Aliens” e “O predador”, já que há uma atmosfera de guerra contra uma
criatura imortal.
O elenco traz novamente Kane Hodder como Crowley, e
participação de três nomes do cinema de terror dos anos 80 e 90, Zach Galligan,
de “Gremlins”, Caroline Williams, de “O massacre da serra elétrica 2”, e Sean
Whalen, de “As criaturas atrás das paredes”. É o único filme em que o criador
da franquia, Adam Green, não dirige; ele apenas fez o roteiro, deixando a
direção a BJ McDonnell, que segue os mesmos passos do amigo/mentor.
Terror
no pântano 3 (Hatchet
III). EUA, 2013, 81 minutos. Terror/Comédia. Colorido. Dirigido por BJ
McDonnell. Distribuição: Obras-primas do Cinema
Terror
no pântano 4
Quase 10
anos depois do massacre nos pântanos da Louisiana pelo temido assassino Victor Crowley,
Andrew (Parry Shen), um sobrevivente da chacina, volta para o local onde tudo
começou. Ele acredita que Crowley está mesmo morto, mas acabará cruelmente
perseguido pelo monstro sanguinário.
quinta-feira, 2 de abril de 2026
Resenhas especiais
* Reedição
Quatro pessoas, dentre
eles velhos amigos, reúnem-se em uma casa de veraneio no mar Báltico. Os dias
são quentes, e as conversas entre eles são um misto de memórias e descobertas.
Até que um terrível incêndio florestal nas proximidades coloca todos em risco.
O diretor alemão
Christian Petzold deixa de lado seus filmes complexos de drama de guerra com ar
de ficção científica e se volta para um drama com humor e romance. É um filme
diferente do que estamos acostumados a ver dele – é o diretor de ‘Phoenix’ (2014)
e ‘Em trânsito’ (2018). A história é em torno de alguns dias na vida de um
jovem escritor (papel do austríaco Thomas Schubert, de “O impostor”, num bom
desempenho) que vai com um amigo para uma casa de férias no mar Báltico. Lá
tentará terminar seu novo livro, enquanto aguarda a chegada do editor. Ele
conhecerá uma mulher hospedada no quarto ao lado que mudará sua vida. Os dias
são quentes, ele está preocupado com o livro, até que um incêndio de grandes
proporções atinge florestas de região, deixando-os isolados e sem comunicação.
É um filme de estudo de personagem, com boa fotografia e muito sentimento
autoral na trama (talvez o filme mais fácil de compreender de Petzold, que tem
no currículo obras complexas). No elenco temos a atriz alemã Paula Beer, que trabalhou
com Petzold no longa anterior dele, ‘Undine’ (2020). Venceu o Grande Prêmio do
Júri no Festival de Berlim, foi indicado ao prêmio de melhor filme em San
Sebastián e teve a estreia no Brasil na Mostra Internacional de Cinema de SP de
2023 (onde vi pela primeira vez). Saiu recentemente em DVD pela Obras-primas do
Cinema em parceria com a Imovision, em um disco contendo dois extras (trailer e
galeria de fotos), embalado em luva e ainda com dois cards com os pôsteres do
filme.
Afire (Roter Himmel). Alemanha, 2023, 102
minutos. Drama/Romance. Colorido. Dirigido por Christian Petzold. Distribuição:
Obras-primas do Cinema e Imovision (em DVD)
* Reedição - Texto publicado em 28/10/2023
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