sábado, 8 de agosto de 2009

Cine Lançamento


Lançamentos em DVD (*)

Felipe Brida

Gran Torino

Veterano da Guerra da Coréia, Walt Kowalski (Clint Eastwood) é um homem preconceituoso e bastante arrogante. Após a morte da esposa, passa a viver sozinho em um bairro onde moram imigrantes hmong (grupo étnico de Laos e Cambodja), os quais ele despreza. Porém sua vida muda quando impede com que uma gangue roube seu precioso carro, um Gran Torino.
Em seu mais novo filme, Clint Eastwood retoma o perfil do personagem durão que o consagrou na cinessérie Dirty Harry nos anos 70 – por isso, a figura central, antipática por natureza, poderá irritar aqueles que não conhecem o jeitão do ator. De poucas palavras, Kowalski vira o herói do bairro já que, num ato rápido, consegue pôr em cheque a ação de uma gangue hmong que toma conta das ruas da cidade. A partir daí a história dá uma guinada tremenda, tornando-se sensível e mais confortável.
É um bom Eastwood em fase de renovação. Tem um roteiro frio que trata o tema do preconceito racial sem cair em absurdos de patriotismo.
O filme fez carreira lá fora, recebeu indicação ao Globo de Ouro de melhor canção original (“Gran Torino”, cantada por Clint nos créditos finais) e, vai entender a injustiça, não entrou para os finalistas do Oscar. Vale conhecer.


Salvador

História real baseada na vida do militante espanhol Salvador Puig Antich (Daniel Brühl). Anarquista, o jovem espanhol praticava assaltos a bancos a fim de arrecadar fundos para o grupo guerrilheiro que integrava, "Movimento Ibérico de Liberação". Sua execução, em 1974, pelo método de garrote, levantou uma série de polêmicas na política da Espanha, dentre elas o fim da ditadura de Franco.
Superficial, porém bem produzido, esse drama biográfico de pouca repercussão no Brasil esteve na Seleção Oficial do Festival de Cannes em 2007 e ainda ganhou mais de 15 prêmios em inúmeros festivais de cinema. A importância da vida do militante político e dos temas retratados (abuso de poder, violência e guerrilha urbana) merecia um projeto mais audacioso, com garra. Até porque a execução do jovem foi a última por método de garrote na Espanha (e tal informação fica só nas entrelinhas). Apesar do resultado pequeno, a fita é sincera e universal. Rodado em 2006, chega em DVD no Brasil pela Europa Filmes.


Evocando espíritos


Diagnosticado com câncer, Matt (Kyle Gallner) muda-se de casa com a família, para ficar mais próximo da clínica onde receberá tratamento. Após estranhas visões, descobre que a residência onde está morando abrigava sessões espíritas e salas onde eram feitas mumificações. Enquanto a mãe, Sara (Virginia Madsen), passa a vigiar o rapaz desconfiando de seu comportamento, o jovem será perseguido por fantasmas em busca de vingança.
Baseada em fatos verídicos, essa fita de terror sobre casa mal-assombrada aborda um assunto já esgotado no cinema norte-americano. A história causa estranhamento, os sustos são previsíveis e o resultado fica a dever. Para quem conhece Espiritismo, o filme pode ter alguns fundamentos, mesmo que por ora seja terror comercial, ou seja, exagerado. Filme de rotina, não espere muito.

(*) Coluna "Cinema em Foco", publicada sempre às sextas-feiras no jornal "O Regional", e também divulgada no programa de mesmo nome na rádio Bandeirantes, de Catanduva. Data: 08/08/2009

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Morre o diretor de cinema John Hughes, aos 59 anos


O diretor e roteirista de cinema John Hughes, 59 anos, morreu na manhã de hoje em Manhattan, Nova York. Ele sofreu um ataque cardíaco enquanto fazia caminhada.
Nascido em Lansing, Michigan, em 18 de fevereiro de 1950, Hughes dirigiu apenas oito filmes ao longo da carreira, entre 1984 e 1991. Especializado em comédias teens, seu maior sucesso de público deu-se em “Curtindo a vida adoidado” (1986). Os outros trabalhos como diretor foram “Gatinhas & gatões” (1984), “O clube dos cinco” (1985), “Mulher nota 1000” (1985), “Antes só do que mal acompanhado” (1987), “Ela vai ter um bebê” (1988), “Quem vê cara não vê coração” (1989) e “A malandrinha” (1991).
Como produtor assinou mais de 30 filmes. Hughes deixa esposa e filhos. Por Felipe Brida

domingo, 2 de agosto de 2009

Cine Lançamento


Frost/Nixon *


Felipe Brida


Três anos após renunciar ao cargo de presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon resolver abrir o jogo e explicar o que realmente desencadeou o escândalo Watergate. Frente a frente nas câmeras com o apresentador David Frost, o ex-presidente ingressa em um desafio de perguntas e respostas que se tornou uma das maiores entrevistas da TV norte-americana e inglesa, repercutida no mundo inteiro.
Indicado a cinco Oscars – melhor filme, diretor, ator (Frank Langella), roteiro adaptado e edição, “Frost/Nixon” retrata com fidelidade o real embate entre o apresentador Frost e o ex-presidente dos Estados Unidos, exibido em redes de TV em todo o mundo em 1977. Baseado na peça teatral homônima, que contava inclusive com os dois atores centrais (apesar de não ter o mesmo semblante de Nixon, Langella incorpora com exatidão o personagem, com direito a tiques e expressões faciais idênticas), o drama não exagera em discussões políticas e pode ser visto até como didático, que serve para entender um momento turbulento registrado na história política da maior potência do mundo. Ao mesmo tempo em que foca as artimanhas do presidente em preservar sua imagem diante do escândalo, mostra as facetas do entrevistador em busca da verdade. Um bom filme para assistir e discutir.


O casamento de Rachel

Internada em uma clínica de reabilitação para dependentes químicos, a jovem Kym (Anne Hathaway) é liberada em um final de semana para participar do casamento da irmã, Rachel (Rosemarie DeWitt), com quem mantém um relacionamento de intensos conflitos. Em meio às festividades, passará por momentos difíceis para restabelecer os laços familiares.
Dirigido por Jonathan Demme (ganhador do Oscar pelo prestigiado suspense “O silêncio dos inocentes”), esse drama amargo trata da ressocialização dos dependentes químicos, o preconceito em torno daquela pessoa que procurar levar uma nova vida, e ainda as dúvidas que fazem com que o individuo seja sempre visto como um estranho. Conduzido com bastante seriedade, o filme estrutura-se sob um assunto pesado, sem concessões ou meio-termo. Anne Hathaway (a mesma de “O diário da princesa” e “O diabo veste Prada”) interpreta com competência o difícil papel da jovem Kym; ela está correta e bem humana em uma atuação que lhe rendeu indicação ao Oscar de atriz e ao Globo de Ouro esse ano.


Seriados

Aos fãs de seriados antigos, aqui vão as dicas da semana.
Chega em DVD a segunda temporada completa de “Os intocáveis” (1960-1961), que traz as aventuras do agente Elliot Ness durante a Lei Seca; tem a sexta temporada da clássica série policial sobre espionagem “Missão: Impossível” (1971-1972); e ainda casos médicos surpreendentes na 11ª temporada de “ER – Plantão Médico” (2004-2005). E sai também, tanto para locação quanto para venda, a quarta e penúltima temporada das atrapalhadas do super espião Maxwell Smart em “Agente 86” (1968 - foto).

* Coluna "Cinema em Foco", publicada sempre às sextas-feiras no jornal "O Regional", e também divulgada no programa de mesmo nome na rádio Bandeirantes, de Catanduva. Data: 31/07/2009

domingo, 26 de julho de 2009

Morre o ator Sérgio Viotti aos 82 anos

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O ator brasileiro Sérgio Viotti morreu na manhã de hoje aos 82 anos, vítima de uma parada cardiorrespiratória. Ele estava internado desde o dia 19 desse mês no Hospital Samaritano, em São Paulo.
Paulistano nascido no dia 14 de março de 1927, Viotti teve extensa carreira como ator (além de inúmeras peças teatrais, participou de 17 novelas, cinco minisséries e três filmes). Destacou-se também como diretor de teatro, crítico de arte e tradutor de obras literárias.
Dentre seus trabalhos mais importantes destacam-se as novelas "Dulcinéia vai à guerra" (1980), "Sinhá Moça" (1986), "Kananga do Japão" (1989), "Mico preto" (1990), "Meu bem meu mal" (1990), "Despedida de solteiro" (1992), "Olho no olho" (1993), "Irmãos Coragem" (1995), "Terra nostra" (1999) e "Suave veneno" (1999).
Esteve no elenco das minisséries "O primo Basílio" (1988), "Os maias" (2001), "A casa das sete mulheres" (2003), "Um só coração" (2004) e "JK" (2006), e no cinema participou de "Um ramo para Luíza" (1965), "22-2000 Cidade alerta" (1965) e "Sábado" (1995 - narrador). Sua última aparição na TV foi na novela da Rede Globo "Duas caras" (2007). Por Felipe Brida

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Cine Lançamento


Sexta-feira 13

À procura da irmã desaparecida, o jovem Clay (Jared Padalecki) percorre, juntamente com um grupo de amigos, uma floresta em Crystal Lake, onde, há 20 anos, o psicopata Jason Vorhees cometera uma matança em um acampamento estudantil. O que Clay não imaginava era se reencontrar com o temível assassino, mais sanguinário do que nunca.

Só mesmo para os fãs menos exigentes servirá essa nova fita de terror da série “Sexta-feira 13”. Na verdade é uma espécie de refilmagem dos três primeiros filmes da franquia slasher que piorava a cada filme, porém cultuado pelos jovens nos anos 80.
O maníaco Jason Vorhees volta mais ágil, mais sanguinário, deixando como sempre rastros de sangue. Como dá pra prever, não há como fugir da violência explícita nesse repeteco de alcance para os adolescentes.
O diretor Marcus Nispel, que em 2003 trouxe uma dimensão mais profunda e moderna no remake de “O massacre da serra elétrica”, aqui faz um trabalho menos cuidadoso. A fotografia é escura, e o roteiro não tem novidade alguma – a história é uma velha conhecida. A produção preserva até aqueles finais-clichês das fitas de terror antigas, que dá brechas para prováveis continuações. Enfim, uma fita desnecessária e vazia, sem muito o que acrescentar. Dias ruins para Jason Vorhees... Por Felipe Brida

Título original: Friday the 13th
País/Ano: EUA, 2009
Elenco: Jared Padalecki, Danielle Panabaker, Amanda Righetti, Aaron Yoo, Derek Mears.
Direção: Marcus Nispel
Gênero: Terror
Duração: 97 min.
Lançamento: Segunda quinzena de julho
Distribuidora: Paramount Pictures/ UIP / Warner Bros Pictures
Site oficial: http://www.fridaythe13th-themovie.com/intl/br

terça-feira, 21 de julho de 2009

Cine Lançamento


Arn – O cavaleiro templário


Cruzadas Européias, século XII. Com a missão de lutar contra o avanço dos muçulmanos na Terra Santa, o cavaleiro Arn Magnusson divide-se entre a batalha e o amor que nutre pela jovem Cecília, enclausurada em um convento.

Produção européia caprichada que se baseia na trilogia épica “As Cruzadas”, escrita pelo sueco Jan Guillou (disponível no Brasil pela editora Bertrand Brasil). A fita explora as aventuras reais do jovem cavaleiro Arn, desde a adolescência no monastério até a idade adulta, quando treinado para ser um guerreiro, época em que o feudalismo ruía, e as Cruzadas avançavam pela Europa Ocidental.
Narrado com certa lentidão, o filme ajeita-se, da metade para o final, no gênero romance quando o tema do amor proibido invade a história – Arn, longe da mulher amada, Cecília, trancafiada em um rigoroso convento, viaja para terras distantes, enviado para liderar os cristãos na sangrenta batalha contra os muçulmanos a caminho de Jerusalém.
O desconhecido ator Joakim Nätterqvist tem bom desempenho como o personagem-título, no entanto outros nomes de destaque do cinema, como Vincent Perez, Stellan Skarsgard e Simon Callow, aparecem pouco. Até mesmo a notória atriz sueca Bibi Andersson, dos filmes de Ingmar Bergman, está mal aproveitada como a madre superiora que rege o convento.
Com visual rico e boa investida na fotografia enevoada, esta foi uma das produções mais caras da Escandinávia, com gastos orçados em US$ 30 milhões.
Tem uma continuação, já lançada na Suécia em agosto do ano passado, intitulada “Arn - Riket vid vägens slut” (na tradução para o inglês, “Arn - The Kingdom at Road’s End”), do mesmo diretor, Peter Flinth. E ele também prepara para 2010 a minissérie “Arn”, adaptada dos livros de Jan Guillon, com a mesma equipe dos filmes, mantendo-se inclusive o elenco.
Indicado para quem gosta de aventuras épicas – ainda que esticado, traz poucas, mas dignas seqüências de luta de espada. Por Felipe Brida

Título original: Arn - Tempelriddaren
País/Ano: Suécia/ Inglaterra/ Dinamarca/ Noruega/ Finlândia/ Alemanha, 2007
Elenco: Joakim Nätterqvist, Vincent Perez, Nicholas Boulton, Stellan Skarsgard, Simon Callow, Bibi Andersson.
Direção: Peter Flinth
Gênero: Aventura/ Drama
Duração: 138 min.
Lançamento: Segunda quinzena de junho
Distribuidora: Paramount Pictures

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Especiais sobre cinema

Lançamentos em DVD

Felipe Brida

Coraline e o mundo secreto

Conto-de-fadas dark e bem estilizado, Coraline e o mundo secreto (Coraline, 2009, 100 min.) chega às locadoras esse mês, distribuído pela Universal. A animação digital conta a história da garotinha Coraline que, junto com os pais, vai morar em uma nova casa, localizada em um local bem afastado da cidade. Pela porta secreta do seu quarto, Coraline descobre um mundo paralelo. Ao adentrar aquele território desconhecido, passa a conviver com criaturas estranhas e misteriosas. Peripécias absurdas e personagens bizarros preenchem esse mais novo trabalho de Henry Selick, o mesmo diretor da prestigiada animação “O estranho mundo de Jack” (1993). Sombrio para as crianças, “Coraline e o mundo secreto” deverá encontrar público entre os jovens e os adultos. Um exemplo claro de animação séria e inteligente. Confiram.

Rio congelado

Ray Eddy (Melissa Leo) é uma mulher reservada que vive em um trailer no interior do estado de Nova York. Enfrentando problemas financeiros, junta-se a uma contrabandista, e ambas arriscam suas próprias vidas em um perigoso trabalho: cruzar o congelado rio Saint Lawrence transportando, no porta-malas de um carro, imigrantes ilegais do Canadá para os Estados Unidos. Com duas indicações ao Oscar esse ano – melhor atriz (Melissa Leo) e melhor roteiro original, o drama independente, que custou apenas U$ 1 milhão, venceu o Grande Prêmio do Júri no Festival de Sundance, na categoria filme dramático, e também dois prêmios no Independent Spirit Awards (atriz e produtores). Todo filmado em digital, a história se passa na inóspita fronteira congelada entre Estados Unidos e Canadá, onde tudo é gelo. Ali, duas mulheres de mundos opostos se juntam para um trabalho ilegal, o de transportar imigrantes escondidos no porta-malas de um carro. Apesar da falta de habilidade da diretora estreante, Courtney Hunt, que distancia os personagens, o filme tem grandes méritos, como a fotografia de um incrível branco do gelo, feito em locações, e a excepcional atuação da protagonista, Melissa Leo, no melhor momento de sua desconhecida carreira – ela é atriz de TV, e aqui consegue criar uma personagem feminina fragilizada, de forma bastante humana e sensível, algo tão difícil de ver no cinema nos dias de hoje. A curiosa trama vai ficando tensa com o passar dos minutos. Vale uma conferida.


As noivas de Copacabana O detetive Jorge França (Reginaldo Faria) é convocado para investigar uma série de assassinatos cometidos por um psicopata. O autor dos crimes, o atraente Donato Menezes (Miguel Falabella), mata mulheres de várias classes sociais por meio de estrangulamento, após vesti-las com um vestido de noiva. Escrita por Dias Gomes e Ferreira Gullar a partir de um caso verídico, a minissérie As noivas de Copacabana”, exibida pela Rede Globo em junho de 1992, virou sucesso de crítica e de público devido à sua trama policial envolvente. Sai agora em DVD, compactado em oito episódios totalizando seis horas, reunidos em dois discos. Distribuído pela Som Livre, chega também para a venda.

As mãos de Orlac

A distribuidora Cult Classic traz, pela primeira vez em DVD, As mãos de Orlac, obra esquecida do Expressionismo Alemão, lançada em 1924. A história: o pianista Orlac tem as mãos decepadas em um grave acidente de trem. Por meio de um procedimento experimental, recebe duas novas mãos implantadas. Só que os membros pertenciam a um assassino que fora executado horas antes. Orlac acredita que poderá absorver a personalidade do morto e assim cometer assassinatos. Mudo e em preto-e-branco, o filme dirigido por Robert Wiene (o mesmo de “O gabinete do Dr Caligari”, clássico que inaugurou o movimento expressionista na Alemanha em 1920) tem no elenco o notório Conrad Veidt (que ficou mundialmente conhecido como o antagonista de "Casablanca", o major Strasser) na pele do pianista Orlac, um homem dedicado à música que aos poucos enlouquece após receber as mãos implantadas. Tem-se aqui um bom exemplar do Expressionsimo com toda sua estética ímpar: história que mistura terror e fantasia, cenários pintados, geométricos e distorcidos que remetem ao pós-guerra e também lembram um sonho, uso de sombras, personagens excêntricos acometidos pela loucura etc. O movimento alemão inspirou o cinema de horror moderno, como o americano a partir dos anos 30. A cópia do filme pela Cult Classic está boa e na maior metragem disponível no mercado, de 113 minutos, restaurada - a versão de cinema da época era de 92 minutos. Ah, e vale mencionar que o longa foi inspirado no livro original de Maurice Renard, e existem outras versões, como a coprodução França/Reino Unido de mesmo título, feita em 1960, com Mel Ferrer no papel central e participação de Christopher Lee.
Fiquem atentos para os próximos lançamentos da Cult Classic, já em pré-venda nas melhores lojas especializadas em DVD: “O estudante de Praga” (1926, de Henrik Galeen), “Os pescadores de Sargaços” (1929, de Jean Epstein), “A cadela” (1931, de Jean Renoir) e “O homem da linha” (1986, de Jos Stelling). Um deleite para os colecionadores!

Especial de Cinema

  Festival do Rio anuncia vencedores e programação de repescagem   O 28º Festival do Rio terminou ontem, dia 11, com a tradicional cerimônia...